- Sabe a garota do copo d’água?
- Sei.
- Se parece distante talvez seja porque está pensando em alguém.
- Em alguém do quadro?
- Não. Um garoto com quem cruzou em algum lugar e sentiu que eram parecidos.
- Em outros termos: prefere imaginar uma relação com alguém ausente a criar laços com os que estão presentes.
- Ao contrário. Talvez tente arrumar a bagunça da vida dos outros.
- E ela? E a bagunça na vida dela? Quem vai pôr ordem?
“Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Caio F.
22 março, 2011
Da Incerteza
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